No dia 6 de novembro de 2016, foi sancionada no Brasil, pela então presidente Dilma Rousseff, a Lei 13.185, que institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática. A Lei, composta por oito artigos, torna a luta contra o bullying escolar uma política pública de educação e implementa uma série de ações que visam erradicar o bullying por meio de campanhas publicitárias, capacitar os profissionais da educação para lidarem com casos do tipo e estabelecer um diálogo mais estreito entre escola e família.

Apesar de esta lei não ser recente, o tema está sempre em alta devido à importância de combater este tipo de comportamentos nas escolas.

Mas, afinal, o que é bullying?

De origem inglesa, o termo equivale a comportamentos agressivos, realizados de forma proposital e repetitiva, contra uma ou mais pessoas, que geralmente não sabem se defender das agressões sofridas. Obviamente, não existe um local específico para a prática acontecer. Tais atos ocorrem dentro e fora do ambiente escolar e são praticados tanto por meninos, como por meninas, que têm, muitas vezes a intenção de se divertir ao humilhar, maltratar e amedrontar os mais frágeis. Além disso, esse tipo de comportamento pode ser motivado pela falsa sensação de superioridade experimentada por aqueles que praticam o bullying, submetendo pessoas supostamente mais frágeis. 

Porém, é no ambiente escolar que esse comportamento agressivo se propaga de forma mais frequente. Não à toa, já que é na escola onde as crianças passam mais tempo e interagem com um maior número de pessoas. E é nesse ambiente que as crianças sofrem – e praticam – bullying, muitas vezes sem nem mesmo se dar conta disso. As agressões podem ser de ordens verbal, física e psicológica. Em alguns casos, ocorrem as três formas simultaneamente, deixando a vítima ainda mais exposta.

Os danos ao aluno que sofre esse tipo de agressão são graves como, por exemplo, falta de interesse pela escola, depressão, transtornos alimentares, ansiedade, fobia social etc. Além disso, o bullying pode agravar doenças e distúrbios preexistentes, devido ao prolongamento de estresse a que a vítima é submetida, o que pode causar agravar algumas doenças já existentes. É por este motivo que as escolas precisam estar sempre atentas e trabalhando o tema constantemente no ambiente escolar.

Palestras, trabalhos em equipe, conversas com as psicólogas e projetos inseridos na programação anual são apenas algumas das estratégias que podem – e devem – ser utilizadas para abordar o tema de forma didática. Em todas elas, o objetivo maior deve ser o de gerar o entendimento de que esse tipo de ação é crime e, ainda, mostrar aos alunos que estão passando por este tipo de dificuldade que, sim, eles podem ter apoio.

Para ajudar os parceiros do Sistema GGE de Ensino no combate e identificação do bullying, desenvolvemos uma cartilha com estratégias que podem ser adotadas pelas escolas para deixar a equipe preparada para identificar as vítimas e também ações preventivas que podem ajudar o corpo docente e os gestores no combate ao bullying e a lidar com possíveis casos. Para acessar o conteúdo, clique a seguir e boa leitura!

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