Você já ouviu falar em gestão por contexto? O tema foi assunto discutido na 2ª Jornada Bett Online, um dos maiores eventos de educação do país. Palestrantes da área ressaltaram a importância do novo modelo de gestão para o atual momento e futuro. Uma vez que, após vivermos a disrupção na educação, que, por sinal, ainda acontece, o mercado pede soluções ágeis e respostas rápidas.

Se a disrupção na educação diz respeito às transformações nas formas tradicionais de ensino e envolve atitudes simples e eficazes para melhorar a experiência dos estudantes e aprendizagens, além de organizar o trabalho de professores e gestores, a gestão por contexto é complemento e incentiva a autonomia dos colaboradores na empresa. Oposto ao formato de administração tradicional, com foco em comando e controle, o novo modelo de gestão promete ser um excelente diferencial para escolas alcançarem bons resultados em um ambiente de mudanças e incertezas.

Mas por que modificar algo que, até agora, obteve sucesso?

Talvez essa seja a pergunta de muitos gestores que, quando olham para trás, identificam uma trajetória, até aqui, quase exemplar. O fato é que, com a pandemia, o novo modelo de negócio e gestão, iniciado anos antes e bem representado pelas startups, ganhou mais espaço frente ao formato tradicional de empreendimento e mostrou que veio para ficar.

Na gestão por contexto, em um mundo que muda o tempo todo, a inovação deve começar pelos colaboradores, que precisam ter liberdade para agir. O modelo de comando e controle, que dá as ordens e monitora o desempenho do funcionário, deixa de existir a partir do momento em que a empresa se horizontaliza. Ao permitir que os colaboradores ajam com autonomia, a escola abre espaço para que experimentem, arrisquem e validem novas propostas capazes de melhorar os processos dentro do ambiente de trabalho e diante do cenário de mudanças aceleradas e constantes.

Implementar a cultura ágil não tem a ver com executar atividades com velocidade, mas em tomar a melhor decisão. Esse tipo de gestão horizontal, onde o funcionário tem liberdade para decidir, de acordo com os valores da empresa, sem prévia autorização ou supervisão, possibilita agilidade e traz as respostas rápidas que os clientes necessitam. O método é assertivo porque leva em consideração a experiência do colaborador, diante das tarefas que realiza no dia a dia, incluindo a resolução de problemas e conflitos.

Na gestão por contexto, os funcionários da escola devem estar alinhados aos principais objetivos da empresa, com propósitos claros. Dessa forma, é possível crescer de maneira organizada e proporcionando a melhor experiência para todos. É assim que, diante de tentativa e erros, num cenário cheio de instabilidades, o ambiente se torna favorável para replanejar, aprender e progredir.

Portanto, o futuro da escola não depende apenas do melhor material didático. Vai além. Está no tipo de gestão, capaz de preparar colaboradores para serem os melhores mediadores, tomadores de decisão e impulsionadores do negócio. A mudança não é ruim. Pelo contrário, trata-se de uma excelente oportunidade para se reinventar e entregar ainda mais valor para clientes, sejam alunos ou pais.

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