O segundo semestre chegou e a migração de alunos na metade do ano escolar vem se tornando cada vez mais frequente. Apesar de comum, essa decisão precisa ser tomada com cautela pela família e ser bem orientada pela escola. Afinal, é necessário compreender quais os motivos para essa mudança e de que forma é possível reverter esse quadro para não comprometer o desenvolvimento do estudante.

Especialista em práticas pedagógicas eficientes, o Sistema GGE de Ensino, plataforma de educação que mais cresce no nordeste, acredita que trabalhar as aulas de forma mais dinâmica pode reduzir o índice desse abandono, principalmente quando existem a falta de interesse, a dificuldade financeira ou a deficiência na aprendizagem – fatores decisivos para que ocorra a transferência de uma escola para outra, antes do final de um ciclo.

Segundo José Veiga, gestor do Colégio GGE, instituição de ensino que adota os materiais didáticos do Sistema e todas as suas ferramentas pedagógicas, a escola precisa estar preparada para esse momento e a solução pode ser um bom planejamento escolar, apostando em inovações nos materiais didáticos e no estímulo às habilidades socioemocionais.

“Existem processos de aprendizagem que podem ajudar nessa retenção, mas o mais importante é que a instituição escolar reflita sobre o que está fazendo para ter essa garantia e a respeito de como está desenvolvendo esse sentimento de pertencimento à escola, entre os alunos e as famílias”, disse Veiga.

Na visão do gestor, pontos importantes devem ser considerados nesse processo, como: se a instituição de ensino está se distanciando da realidade dos alunos; se está totalmente inserida no contexto da sua comunidade; se entende a diversidade que encontra em sala de aula; e, ainda, se os alunos são vistos dentro da sua individualidade e subjetividade.

Além da dificuldade financeira e da deficiência na aprendizagem, razões como a falta de estímulo e a ocorrência de bullying também podem levar um estudante a trocar de instituição ainda no segundo semestre. Mesmo que uma escola não consiga controlar esses efeitos, o gestor garante que é possível, sim, engajar os alunos a partir de uma gestão eficaz, responsável por mapeá-los e usá-los preventivamente no combate a essa realidade.

Por isso, recomenda:

“a escola precisa estar conectada às novas práticas e às transformações educacionais que tornam o aluno protagonista no processo de ensino-aprendizagem, bem como apresentar à comunidade as conquistas internas, como aprovações nos vestibulares e participação em Olimpíadas, de modo que se desenvolva o orgulho de fazer parte dessas conquistas tanto nos alunos, como nos pais e funcionários”.

Para José Veiga, as coordenações e os psicólogos são uma ponte para que esse atendimento seja estruturado, buscando identificar pontos positivos e oportunidades de melhorias em cada aluno e reforçando, também, os benefícios do trabalho educacional, apoiado por materiais ricos em conteúdo, dinâmicos e sempre atualizados. Essas são estratégias que norteiam as criações do Sistema GGE de Ensino e de escolas parceiras que “desenvolvem o aluno sem que ele deixe para trás o que foi conquistado ao longo dos seus estudos”, frisou.

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