A pandemia da Covid-19 impôs uma série de adaptações a um novo modelo de ensino e a uma nova estrutura de atendimento nas escolas. As instituições de ensino passaram por um longo período de adequação e agora – mesmo diante das incertezas que ainda as cercam – devem seguir o planejamento do ano letivo. Diante do atual cenário econômico do país, o maior desafio de 2021 deve estar, principalmente, no âmbito financeiro. Segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em julho de 2020 a parcela de famílias endividadas atingiu o maior patamar. A fatia no total de famílias que se declararam com dívidas no mês foi de 67,4%, acima dos 67,1% de junho e dos 64,1% de julho de 2019.

As escolas entendem bem esse cenário e precisam buscar formas de negociar com os pais inadimplentes, oferecendo opções que atendam às demandas da família, mas que não desestabilizem a estrutura financeira do negócio. Descontos, análise de crédito e diálogo são algumas das estratégias que devem fazer parte desse planejamento para que o processo de matrícula não seja doloroso para nenhum dos lados.

Com o turbulento cenário econômico deste ano, a escola deve também estar aberta a negociações no pagamento das dívidas. Além de descontos em multas e juros para os responsáveis que estejam inadimplentes, uma alternativa é manter na matrícula de 2022 o mesmo valor da mensalidade deste ano.

Essas são apenas algumas das opções que podem ser adotadas para reduzir a inadimplência em sua escola. Preparamos um e-book exclusivo com dicas e estratégicas que podem ser muito úteis para trazer resultados significativos para a saúde financeira de instituições de ensino.

Clique no link a seguir e boa leitura!

Conteúdo relacionado:

0 respostas

Deixe uma resposta

Deseja deixar um comentário?
Seu comentário será bem vindo!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *