Falar sobre este tema é imprescindível nas escolas para que os estudantes contribuam para uma sociedade com mais pensamento crítico e discernimento suficientes

As fake news sempre estiveram presentes ao longo da história, mas com a popularização da internet e mais pessoas tendo acesso ao meio de comunicação, este alto poder de disseminação de notícias falsas se tornou uma grande preocupação para a sociedade.

Assim como nas demais áreas, as fake news na escola também podem ser extremamente prejudiciais. Diariamente, crianças e adolescentes têm acesso a um grande volume de informações pela internet, e a falta de discernimento para saber o que é verdadeiro ou falso pode levá-los a diversos erros.

Pensando nisso o Sistema GGE de Ensino traz aos seus alunos uma ferramenta que trabalha de forma dinâmica os tópicos de impacto, trazendo a compreensão dos dilemas mundiais em sala de aula, conhecida como Fora da Caixa. E este semestre vai abordar como combater as notícias falsas, uma vez que existe um projeto de lei em tramitação em Brasília, tratando justamente deste tópico.

“O Fora da Caixa foi pensado como uma ferramenta que possa desenvolver ainda mais o lado socioemocional e sociocultural dos alunos. Apresentamos um tema com um texto-base e os professores solicitam que os estudantes façam pesquisas e tragam mais informações sobre o assunto para ser debatido em grupo na sala de aula, fazendo com que os alunos comecem a entender cada vez mais dos problemas a serem enfrentados, busquem maneiras de combater e façam a sua parte desde já”, explicou a jornalista e autora do Fora da Caixa do Sistema GGE, Sílvia Bessa.

As fake news são informações fabricadas e não verdadeiras que imitam a forma do conteúdo da mídia de notícias. São criadas para enganar a população e atacar alguém ou algum assunto. Além das fake news, também é importante falar sobre a desinformação – que não necessariamente são notícias falsas, mas que também são criadas para gerar interpretações equivocadas.

“Sabemos que as escolas são fundamentais na formação intelectual e social de seus alunos. Esses dois papéis abarcam a formação de pessoas conscientes, críticas, engajadas e com potencial transformador. E é aí que a ferramenta encontra seu papel no combate às fake news. Não basta ensinar os alunos a usar a tecnologia, é preciso ensinar o aluno a perceber quando está sendo manipulado, e mais que isso, ensinar este aluno a pensar no porquê querem manipulá-lo”, concluiu a autora.

Tratar esse assunto nas instituições de ensino é imprescindível para que os discentes contribuam para uma sociedade com mais pensamento crítico e discernimento suficientes para não acreditar cegamente em qualquer notícia. E todas estas coisas se resolvem com educação.

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