Primordial, ajuda dos familiares e da escola também é decisiva para que a escolha seja segura e consciente

Na foto, psicólogas de escola parceira do SGGE em atendimento à aluna.

Se tem uma fase que é decisiva para o aluno, é a do último ano do Ensino Médio. Isso porque, nessa reta final, são muitas as dúvidas sobre qual carreira seguir, se o curso superior escolhido é o que ele pretende cursar e se essa decisão sobre o futuro profissional está confortável. Para que esse momento desafiador não se torne um desestímulo, é importante que o estudante busque ajuda do colégio, da família e que esteja cercado de profissionais que o oriente.

De acordo com Manuela Monte, psicóloga do Ensino Médio do Colégio GGE, para que o jovem encontre uma direção, é importante buscar algo que ele se identifique ou tenha afinidade.

“Para isso, é primordial conversar com profissionais que atuam na área em que ele almeja, pois, dessa forma, eles vão passar um pouco da realidade e ainda mostrar um leque de possibilidades que a profissão pode alcançar”, comentou. 

Outro ponto que Manuela chamou atenção, trata-se do fato do aluno saber seguir o seu próprio desejo.

“Entendemos que, às vezes, para alguns responsáveis, fica mais difícil não interferir nas decisões dos filhos, mas que se faz necessário escutar o que eles têm a dizer, pois, do contrário, pode acontecer dos adultos acabarem, mesmo que de forma inconsciente, depositando seus desejos nas decisões dos filhos”, disse,

destacando que o diálogo será sempre o melhor caminho para se chegar a um denominador comum.

A escola, na análise da psicóloga, também deve fazer parte desse processo junto ao aluno e à família.

“Entramos como agentes facilitadores, abrindo um pouco dos caminhos para que eles consigam adentrar nesse mundo profissional, que até então era algo desconhecido para eles”, frisou. 

Na foto, aluna GGE exercita habilidades potenciais em trabalho de sala.

No Sistema GGE de Ensino, por exemplo, esse estímulo ao protagonismo do aluno é feito no Ensino Médio, quando passa a experimentar os itinerários formativos e pode, por meio das disciplinas eletivas e do projeto de vida, escolher qual carreira seguir enquanto ainda está na escola.

Um dos projetos do Sistema é o Trilha Socioemocional, cujo propósito é estimular a autonomia e a cidadania na construção do projeto de vida de cada aluno com base em eixos e pilares, como autoconhecimento, inteligência emocional, compromisso social, entre outros.

Segundo Manuela, esse é um contato próximo com a realidade que, além de dar a oportunidade do aluno direcionar as suas escolhas, ajuda a reduzir a chance de se decepcionar com o curso superior posteriormente.

“O projeto do Novo Ensino Médio chegou para agregar ainda mais esse processo de escolha dos alunos, pois com a inserção da disciplina de socioemocional, eles podem ter o contato mais a fundo com algumas questões que possivelmente estariam de difícil acesso”, garantiu.

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