O início do ano letivo se aproxima e o maior desafio para a comunidade escolar continua sendo o retorno às aulas em meio à pandemia. Para esclarecer dúvidas sobre segurança e prevenção, e trazer novidades da área de saúde no combate ao Coronavírus, recebemos o Dr. Filipe Prohaska (foto), médico infectologista, chefe da triagem de doenças infecciosas do HUOC e responsável pelo protocolo de reabertura de várias escolas de Pernambuco. “Covid-19 e Desafios para o ano letivo 2021” foi tema do último webinário da Formação Pedagógica 2021.1, realizada pelo Sistema GGE de Ensino para escolas parceiras.

As medidas sanitárias de retomada das aulas presenciais incluem tanto novas adequações no ambiente escolar, como treinamento e capacitação da equipe. Além de orientações sobre os cuidados necessários aos alunos e familiares. Mas, afinal, quando o assunto é transmissão do Coronavírus, a escola traz segurança?

De acordo com o médico infectologista, a volta de crianças e adolescentes ao ambiente escolar tende a acontecer de forma segura. Foi o que demonstrou o ensino presencial no final do ano passado, quando protocolos começaram a ser testados e nenhum surto de Covid-19 aconteceu naquele período. As escolas estão cada vez mais alinhadas aos protocolos de segurança e é muito provável que seus profissionais, já adaptados ao novo ritmo, continuem com atenção reforçada sobre os alunos.

Não há como garantir risco zero de contaminação, independente do ambiente. O que se pode esperar é que, dentro da escola, as medidas sejam mais facilmente seguidas à risca, já que há maior controle do que em outros lugares com grande circulação de pessoas. Controle na entrada e saída de alunos e funcionários, número limitado de estudantes por sala, lugares demarcados, cuidados redobrados no manuseio de materiais escolares e lanche são algumas das ações capazes de minimizar o risco de infecção pelo Coronavírus. Além de todas essas iniciativas, a escola também conta com a parceria dos pais que, diante de suspeita, devem comunicar de imediato professores.

Apesar do receio entre pais, educadores e gestores, a socialização precisa acontecer, é inerente ao ser humano, e Dr. Filipe alerta: “Só devemos alcançar a imunidade de rebanho mais para frente e esses cuidados vão permanecer durante todo o ano de 2021”.  Portanto, no momento, uso de máscara, distanciamento social de 1 metro e meio, higienização das mãos e sanitização dos ambientes continuam sendo o melhores meios de proteção.

Assista na íntegra a palestra do médico infectologista, Dr. Filipe Prohaska:

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