Personalizar preferências de consentimento

Utilizamos cookies para ajudar você a navegar com eficiência e executar certas funções. Você encontrará informações detalhadas sobre todos os cookies sob cada categoria de consentimento abaixo.

Os cookies que são classificados com a marcação “Necessário” são armazenados em seu navegador, pois são essenciais para possibilitar o uso de funcionalidades básicas do site.... 

Sempre ativo

Necessary cookies are required to enable the basic features of this site, such as providing secure log-in or adjusting your consent preferences. These cookies do not store any personally identifiable data.

Bem, cookies para exibir.

Functional cookies help perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collecting feedback, and other third-party features.

Bem, cookies para exibir.

Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics such as the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.

Bem, cookies para exibir.

Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.

Bem, cookies para exibir.

Advertisement cookies are used to provide visitors with customized advertisements based on the pages you visited previously and to analyze the effectiveness of the ad campaigns.

Bem, cookies para exibir.

O Ensino Médio está passando por diversas alterações. As mudanças são para adequação do currículo educacional à Lei nº 13.415/2017, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, ampliou o tempo mínimo do estudante na escola e definiu uma nova organização curricular. Desta forma, os alunos devem migrar para o Novo Ensino Médio de maneira gradativa e a partir da série inicial do segmento de ensino, tendo como base as premissas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Mas, na prática, o que a escola precisa fazer para se adequar ao Novo Ensino Médio?

Antes de tudo, é preciso entender que o ano de 2021 pode ser considerado o ano do planejamento. Ao longo destes 365 dias, as escolas podem se organizar para aplicar todas as mudanças previstas. O prazo final para implementação da carga horária mínima é 2022, quando as adequações devem estar prontas para o início do ano letivo. Então, neste momento, planejar é a palavra de ordem para gestores e diretores.

Dentro das discussões acerca do tema, um dos principais pontos é buscar desenvolver projetos que tenham como objetivo principal estabelecer um ensino que considere os interesses dos jovens diante das novas demandas do mundo contemporâneo, sempre buscando alinhar conteúdos práticos e teóricos. De acordo com a secretária Executiva de Desenvolvimento da Educação no Estado, professora Ana Selva, os pontos norteadores desse momento são: a formação integral do estudante, desenvolvimento de autonomia, respeito aos direitos humanos, sustentabilidade ambiental, indissociabilidade entre teoria e prática no processo ensino-aprendizagem, entre outros.

Em outras palavras, a proposta do Novo Ensino Médio é aliar as competências gerais estabelecidas na BNCC às aprendizagens essenciais e aos itinerários formativos específicos para essa etapa da vida escolar.

“A reforma do Ensino Médio é no sentido de atender as demandas dos jovens. Não apenas olhar para o cognitivo, mas também para o socioemocional e para a formação integral do estudante. Os itinerários formativos devem tratar de temas contemporâneos e transversais, que estão na BNCC e vão dialogar com esses pontos norteadores buscando o interesse por parte dos estudantes”, ressaltou a professora durante live promovida pelo Sistema GGE de Ensino que debateu os desafios da implantação do Novo Ensino Médio.

Assista aqui a live completa com Ana Selva na Formação Pedagógica 2021.1

Com este propósito, a cada ano, a escola vai se aperfeiçoando na composição dos itinerários formativos, das trilhas e dos projetos de vida a serem desenvolvidos.

“A grande preocupação é tirar mais do conteúdo e trabalhar mais a eficiência e a qualidade que está sendo ministrada, trazendo o socioemocional para dentro dos conteúdos e também a mudança na forma de ensinar e aprender. O objetivo é que os alunos entendam e saibam como aplicar a teoria e que isso faça sentido para a vida deles”, explica o gerente-executivo do Sistema GGE de Ensino, Leonardo Siqueira.

Pela proposta do Novo Ensino Médio, os estudantes poderão escolher se aprofundarem naquilo que mais se identificam, e também com o que está relacionado a sua realidade e aos seus talentos. Assim, neste momento, o papel da escola é tentar entender quais são os anseios do aluno.

“E assim as escolas poderão construir currículos mais assertivos, promover engajamento, um envolvimento escolar por parte dos estudantes possibilitando, inclusive, o desenvolvimento de práticas inovadoras de ensino e da aprendizagem ao longo da vida, o que é super importante para os estudantes também”, orienta a Designer Instrucional do programa socioemocional do Sistema GGE de Ensino, Pollyana Andrade.

Outra frente de atuação que deve ser implantada pela escola neste momento, são parcerias e projetos de formação continuada para professores que necessitam se aprofundar em determinadas áreas de conhecimento.

“Os professores também estão passando por esse processo de transição. Então, eles também precisam de formações para que possam buscar os projetos a serem implantados. Neste momento, ações que preparem tanto o estudante quanto o professor devem existir”, enfatiza Pollyana Andrade.

Notícias Relacionadas

0 respostas

Deixe uma resposta

Want to join the discussion?
Feel free to contribute!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *